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sábado, 23 de agosto de 2014

19 anos de Casamento - Bodas de Água Marinha.


Acredito na energia e na propriedade dos minerais, estão na composição de nosso corpo, deles fomos criados. Pra quem aprecia o assunto a terapeuta floral, Rosangela Vecchi Bittar, da ótimas dicas no seu Blog: "Praticas Complementares de Saúde". Segundo ela a terapia, usando o mineral, auxilia e alivia problemas na mandíbula, bruxismo, dentes e inflamação na garganta. Ainda facilita a meditação, evoca estados altos de consciência e encoraja a servir a humanidade.Indicada para as pessoas hipersensíveis, traz tolerância e força para suporta qualquer sobrecarga de responsabilidade. Quebra programas ou padrões auto-destrutivos, promove transformação de padrão,promove o entendimento e interpretação das emoções interiorizadas guardadas. Remove pensamentos invasores e filtra a informação que chega ao cérebro e clarifica a percepção.

A representatividade desse mineral e sua cor aguça demais de simbolismo essas bodas, sua cor alegre, seu tom de azul encanta os amantes. Dizem os entendidos que esse mineral tem a propriedade de atrair pensamentos puros, fidelidade e o amor verdadeiro. Ajuda a expressar sentimentos e a extravasar aflições. Fisicamente é ótima no tratamento de doenças respiratórias. Os antigos gregos tinham a água marinha como símbolo do amor e sorte no matrimônio.


19 anos de casamento é uma vida, momento do matrimonio em que o casamento ganha maioridade, começa a ganhar firmeza, finca raízes profundas no solo da vida.Já não há tantos desentendimentos, os filhos já não necessitam de tanta ajuda. É o momento que o casal começa a se descobrir novamente, dessa vez sobre um anglo novo, um anglo de mais reconhecimento e admiração. Nesse momento o casal já aprendeu a usar seus recursos, seu planos já estão em andamento, seu patrimônio já tem esboço, já tem estrutura.

Deus deveras tem nos abençoado abundantemente com saúde, sabedoria e mansidão. Tem protegido nossa família, nossa fortaleza tem sido nosso amor e o mútuo comprometimento. Bendita hora em que nos unimos!!Nossa oração é para e que Deus nos proteja pra sempre e para que permaneçamos sob suas assas. Não pedimos nada, só agradecemos. Muito obrigado Senhor!! Parabéns Luciana te amo hoje mais que ontem e certamente menos que amanhã. Inspirado por essa união e amor, deixarei fluir alguns versos que teimam em desabrochar:

UM NOVO PRISMA.
                                                                                                                                                                         (Roberto C Lima)

Sua marca tem estado todos esses anos em minha pele
Tatuada em meus melhores e piores momentos.
Preparado, hoje assumo que fui escolhido por ti,
Já não tenho medo, já não me perco em ilusões.

Pode pedir o meu amor pra sempre,
Pode exigir o meu melhor abraço,
Pode guardar meu melhor sorriso,
Sou seu como Deus quer.

Depois de tantos anos juntos
Meu amor ainda transborda sobre e entre taças.
Seus beijos ganham um sabor mais solido, sem deixar de serem tênues
Menina sou teu por inteiro.

Nunca estive tão suspenso do solo que pisas,
Ao mesmo tempo nunca estive tão fincado no chão de certezas,
Tão certo que és a mulher da minha vida.
Tão feliz num coração pleno de paz.
Menina estou novamente pronto pra começar tudo de novo.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

A Paixão e o produto.


Sou de um tempo em que predominava no futebol, acima de tudo, o drible, a coletividade, o amor à camisa e ao clube. O futebol era uma manifestação apaixonada do brasileiro, que nas noites de quarta-feira e nas tardes de domingo expressava toda sua  paixão à criatividade, ao gingado e à arte, fazendo-se sorrir de suas próprias mazelas. Nos últimos 30 anos o futebol brasileiro vem se tornando um produto que movimenta muito dinheiro, somente isso, perdendo sua beleza e ousadia para falta de ética e para ganância de pessoas que o avistam somente como meio de riqueza financeira, esquecendo sua origem, sua essência, sua natureza. Muitos jovens hoje não entendem e nem podem, não viveram a paixão de outrora. Tempo em que um jogador jogava apenas em um clube, tornava-se ídolo da torcida com identidade de extra terreno.



Aqui no Brasil, especialmente em 2014, nosso futebol terá um encontro, um embate entre o produto e a paixão.Uma constatação do porquê, no Brasil, o futebol não pode ser apenas um produto.Veremos que nem sempre os ricos são felizes, veremos que há coisas que o dinheiro não pode comprar, principalmente arte e alma. O Brasil perderá definitivamente a ingenuidade, a lúdica paixão ficará apenas nos livros, nas crônicas de Nelson Rodrigues e de Armando Nogueira? A Fifa e seu vil metal impregnará o que restava de ingênuo e belo na alma de nosso esporte bretão? Ao comparar 1950 e 2014 constataremos claramente essas diferenças? 1950 uma copa foi feita de paixão, com todos os elementos pertencentes ao futebol; 2014 feita de sob a regência do Marketing Esportivo, na batuta nervosa do capitalismo selvagem!.Pagaremos literalmente um preço alto pela venda de nossa identidade futebolística?



Fotos do Blog de Bola pra Moda.
Questões que serão respondidas, questões que deverão ser enxergadas em nome de uma das poucas coisas que resta a um povo inundado de paixão à arte. Os organizadores dessa copa devem tirar lições preciosas desse evento. Espero que aprendam muito a não tentar misturar paixão e produto de forma tão selvagem. Futebol tem que ser entendido e visto como pertencente a todos, ricos e pobres, negros e brancos, ocidentais e orientais.O vil metal não pode comprar a alma do futebol. O futebol não aceita ser somente produto.
Essa reflexão precisa ser feita ao final da Copa 2014.Só assim identificaremos os porquês de tanta tristeza em dias que deveriam ser de plena alegria para um povo que ama tanto futebol. 


segunda-feira, 24 de março de 2014

Igreja não é negócio!

Jesus expulsa os cambistas do templo:S. João 2:14-17
Após ter sido ungido como o Messias no rio Jordão, Jesus assistiu ao casamento em Caná, com Seus primeiros discípulos. O casamento era familiar, pois os que estavam envolvidos nele eram parentes de Jesus. Ali Jesus realizou Seu primeiro milagre transformando a água em vinho, em resposta à fé de Sua mãe, que havia Lhe apresentado a necessidade  da ocasião. Imediatamente após, Ele viajou a  Jerusalém para o Seu primeiro ato público – a purificação do templo – o que chamou tremenda atenção para Sua missão. Relatado em S. João 2, esse episódio provê interessantes vislumbres sobre como Jesus tratava as pessoas. Por favor, note que o capítulo começa com o casamento em Caná, seguido pela purificação do templo, e então a entrevista com Nicodemos em S. João 3. A seqüência é muito interessante. "Depois disto [isto é, após o casamento em Caná] desceu Ele para Cafarnaum, com Sua mãe, Seus irmãos e Seus discípulos; e ficaram ali não muitos dias. Estando próxima a páscoa dos Judeus, subiu para Jerusalém." S. João 2:12 e 13. No caminho para Jerusalém, Jesus viajou com uma grande multidão de pessoas. Porém, Ele era tão pouco conhecido nesse período, que podia misturar-Se com as pessoas, indo a Jerusalém simplesmente como qualquer outra pessoa. Pouco tempo depois, isso seria impossível. Porém, agora você vê a Jesus indo de Cafarnaum a Jerusalém para a Páscoa simplesmente como um peregrino, conversando com as pessoas que estavam falando sobre o Messias que viria. 

"E [Jesus] encontrou no templo os que vendiam bois, ovelhas e pombas e também os cambistas assentados; tendo feito um azorrague de cordas, expulsou a todos do templo, bem como as ovelhas e os bois, derramou pelo chão o dinheiro dos cambistas, virou as mesas, e disse aos que vendiam as pombas: Tirai daqui estas coisas; não façais da casa de Meu Pai casa de negócio. Lembraram-se os Seus discípulos de que está escrito: O zelo da Tua casa Me consumirá." S. João 2:14-17. 

O que é uma casa de negócio? Uma casa de negócio é onde você compra e vende. Uma casa de negócio é onde você obtém aquilo pelo qual você trabalhou. Uma casa de negócio é onde você obtém o que você merece, e você merece o que você obteve! Uma casa de negócios é um lugar impróprio para uma igreja, pois uma igreja deve ser uma loja de dádivas – não o tipo de lugar onde você compra dádivas, mas onde você recebe dádivas. Ele não quer que Sua igreja seja uma casa de negócios. É por isso que Jesus, exatamente no primeiro dia de Seu ministério público, fez algo tão chocante que – antes que o dia terminasse – algumas pessoas já queriam matá-Lo. Ao considerarmos o que Ele fez naquele dia, notemos os grupos de pessoas a quem Ele falou. Havia mercadores que vendiam carneiros, bois, pombas. Havia cambistas que ajudavam as pessoas a comprar e vender, trocando o dinheiro. E havia líderes religiosos que serviam a Deus em benefício pessoal. 

Nos dias de Jesus, o cargo de sumo sacerdote era vendido por um milhão de dólares. Isto certamente não era o que Deus queria. Com o cargo conseguido por um milhão de dólares, freqüentemente a pessoa que o comprava ficava tão endividada que precisava recuperar de algum modo seus recursos. Assim, fazia um acordo com os cambistas e com os compradores e vendedores. Ela recebia uma certa porcentagem nos negócios deles e pagava parte do empréstimo que tomara para tornar-se sumo sacerdote. Estas coisas continuavam acontecendo nos dias de Jesus. Assim, a religião havia se tornado muito corrupta. Então, vêm os discípulos. Jesus os deixou realmente chocados. Nesse ponto eles tinham aparentemente visto um quadro pouco louvável de Jesus. Eles quase poderiam ter partilhado com os meninos e meninas que cantam "Jesus escuta o rogar terninho da criancinha na petição". Porém, naquele dia, eles tremeram. Não me diga que Jesus era pálido e macilento como os artistas freqüentemente O pintam. Qualquer pessoa que tenha trabalhado em carpintaria sem ferramentas elétricas, cortando e esquadrejando madeira e fazendo tudo o mais a mão, nunca se parece com a frágil pessoa pela qual Ele é retratado em muitos desenhos. Como Ele levantou o chicote, as mangas devem ter permitido ver os braços musculosos. Isto, porém, não é o que mais impressionou as pessoas. Alguma coisa mais estava operando naquele dia. A divindade estava transparecendo através dEle. Quando o barulho e a confusão deram lugar a um silêncio total e à medida que os olhos de um Homem se moveram sobre a multidão, obviamente forças maiores estavam operando. Os discípulos ficaram surpresos quando viram isso acontecer. 

Entretanto, precisamos relembrar que Jesus não estava numa atitude de gritos irados. Havia lágrimas em Sua voz quando Ele expressou sua pesada repreensão. Um outro grupo no templo aquele dia era uma grande multidão – as vítimas dos sacerdotes e daqueles que serviam a Deus em benefício próprio. À primeira vista, isto poderia parecer que Jesus limpou o templo basicamente para expulsar os ladrões. Mas a verdade é que Ele limpou o templo para acomodar os pobres, os doentes, os temerosos, os cegos e desencorajados. A purificação do templo foi para benefício da multidão. Para eles tinha sido vendida uma enorme quantidade de objetos. Eles eram pessoas que haviam desenvolvido a ideia de que você trabalha para fazer o seu caminho para o Céu – a ideia que você compra cordeiro e compra pombos, quando o Cordeiro está livre e o Pombo também. Na multidão havia pessoas pobres que não podiam comprar um cordeiro e acabariam passando a noite acordadas olhando para o teto, questionando se elas jamais conseguiriam entrar no reino eterno. Se a religião fosse uma coisa que o dinheiro pudesse comprar, o rico viveria e o pobre morreria. 

Então havia as pessoas capazes que tinham os recursos – o rico que podia produzir o necessário para conseguir bom conceito no templo. Eles dormiam bem à noite porque tinham segurança. Porém, era uma segurança falsa, baseada naquilo que eles faziam para ganhar o favor de Deus. De algum modo, mais cedo ou mais tarde, Deus teria que acordá-los para essa grande decepção. Jesus queria reeducar as pessoas que vinham a Jerusalém apenas para a festa e então voltavam. Ele queria alcançar aqueles que não tinham qualquer segurança e aqueles que tinham uma falsa segurança. Assim, Ele expulsou os ladrões. 

Conforme S. Mateus, Ele disse: "... Fazeis dela [a casa de Meu Pai] um covil de ladrões!" (Veja S. Mateus 2:13.) As pessoas não estavam apenas roubando dinheiro, elas estavam roubando a glória de Deus, a paz das pessoas e a segurança dos incapacitados. Jesus as expulsou. 

Note, porém, que a multidão entrou, em vez de fugir com os cambistas, os sacerdotes e rabinos. E a confusão de casa de negócio foi substituída pelos sons de louvor e adoração do doente que havia sido curado. Meninos e meninas, sentindo-se bem agora, uniram-se em brados de louvores a Ele. Mesmo hoje as pessoas podem gritar e se portar como tolas e loucas em um jogo de futebol ou num estádio, e todos consideram isto normal. Porém, se alguém gritar "Amém" na igreja, é considerado anormal. Assim, quando os administradores e os cambistas que haviam saído do templo finalmente se acamaram, recuperaram a coragem e voltaram para o templo. Eles ouviram o som de louvor, em vez do som de uma casa de negócio. E ficaram perturbados. Eles se sentiam muito mais confortáveis com o som de uma casa de negócios, do que com o som de louvor a Deus. A boa-nova, porém, é que Jesus não odiou os ladrões. Jesus não foi lá fora para pegá-los. Ele amava os mercadores e amava os cambistas. Ele amava os líderes religiosos. Mais tarde, Ele iria às festas com eles. Ele assistiria à reunião de coletores de impostos. Ele ficaria lado a lado com sacerdotes e administradores (escribas). Jesus apiedou-Se de todos eles por terem tanto temor e tanta ignorância. Ele desejava alcançá-los com Seu amor, bem como ministrar à multidão. 

Uma coisa aconteceu naquele dia, que geralmente não é incluída nessa história. Na multidão talvez atrás de um dos pilares, permanecendo ali na sombra – estava um homem. Um homem solitário. Ele era um dos lideres religiosos – um membro do sinédrio. Ele permaneceu ali observando e ficou impressionado. Nicodemos viu os mercadores saírem; viu os cambistas saírem. Viu as mesas tombarem. Ele sentiu o inexplicável poder emanando da pessoa de Jesus. Ele viu as lágrimas; ele ouviu a voz que soou e chocou. Ele ouviu os gritos de Hosana. Ele viu a cura do doente. Ele observou tudo isso, das sombras. Aparentemente, ele não correu com os outros. Apenas observou. E ele disse a si mesmo: Eu preciso ter uma entrevista com esse Homem. Aqui tem alguma coisa que não tem explicação pelo raciocínio humano. Assim, em S. João 3, você vê Nicodemos vindo a Jesus, diretamente como resultado de Sua purificação do templo. Nicodemos veio por si mesmo, para ouvir sobre o dom da salvação. Mas agora chegamos a um enigma – um problema. Jesus queria que o templo fosse uma loja de dádivas. Ele não queria que fosse uma casa de negócios. Porém, o último livro da Bíblia fala de comprar ouro provado no fogo, vestes brancas e colírio. O próprio Jesus, em outras parábolas, diz que deveríamos comprar, porque vendemos tudo para conseguir a pérola; deveríamos vender tudo para obtermos o tesouro escondido no campo. Sobre o que está Ele falando? 

Bem, uma coisa que nós sabemos é que Ele não está falando sobre ouro e prata. Ouro não é nada no Céu. É com isso que estão calçadas as ruas do Céu! O comércio do Céu é vender tudo o que nós somos ou pensamos que somos – tudo que nós temos ou pensamos que temos. Isto é reconhecer nossa própria pobreza e estarmos dispostos a nos livrar de nossa autodependência. E vir a Jesus e aceitar Suas dádivas. É assim que o comércio funciona. Quando Jesus nos disse para vendermos tudo e comprar o campo, o que Ele estava realmente dizendo era: desfaça-se de si mesmo – desfaça-se da ideia de que você pode conseguir isso. Se você é um homem poderoso, diz Ele, livre-se de confiar nisso. Se você é rico, não confie em suas riquezas. Se você é inteligente ou talentoso ou de boa aparência, não confie nessas vantagens. Por admitirmos nossa incapacidade em produzir justiça e por nos submetermos completamente a Seu controle, agimos no comércio do Céu. Confiar em Deus é provavelmente uma das melhores definições que nós podemos encontrar para a tão freqüentemente usada palavra cristã, entrega. Confiar envolve depender de outro, em vez de depender te si mesmo. Porém, entrega, não é sempre fácil. Às vezes, tentamos tanto desistir de nós mesmos que nos tornamos mais semelhantes a nós mesmos. Esquecemo-nos de que somente Jesus pode realizar essa obra. Isso é uma dádiva. 

A fé é uma dádiva. O amor, uma dádiva. As vestes brancas são uma dádiva. O arrependimento é uma dádiva. A obediência é uma dádiva. A vitória é uma dádiva. A Pomba, ou o Espírito Santo, é uma dádiva – que traz todas as outras bênçãos na Sua bagagem. O Cordeiro é uma dádiva – o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. E a entrega é uma dádiva. Há alguma coisa a mais que deveríamos notar nesta história. Quando falamos do Espírito Santo, quando falamos da obra que Deus está fazendo em nosso coração, estamos relembrando uma grande verdade ensinada pela purificação do templo. Jesus estava anunciando ali Sua missão como o Messias e introduzindo Sua obra, não apenas para salvar as pessoas para sempre, mas para cumprir o propósito de que cada ser criado deveria ser um templo para a habitação do Criador. 

Por causa do pecado, a humanidade tem deixado de ser um templo para Deus. Escurecido e deformado pelo mal, o coração do homem não mais revelou a glória do Divino. O pátio do templo em Jerusalém, lotado com o tráfico profano, representava verdadeiramente o templo do coração, lesado pela presença da paixão sensual e idéias e pensamentos não santificados. Limpando o templo dos compradores e vendedores do mundo, Jesus anunciou Sua missão de limpar o coração das lesões do pecado, dos desejos terrenos, da cobiça egoísta, dos hábitos maus que corrompem a alma. Você já descobriu que ninguém pode por si mesmo lançar fora o mal que tem tomado posse do coração? Você já descobriu que somente Cristo pode limpar o templo da alma? Porém, Ele não forçará a entrada. Ele não entra no coração como Ele entrou no templo no passado. Em vez disso Ele diz: "Eis que estou à porta e bato.'' Apocalipse 3:20. 

Ele convida você a aceitá-Lo, não somente como o Cordeiro de Deus, mas como o Sumo Sacerdote no Céu, que pode ser tocado com o sentimento das nossas fraquezas e foi em todos os pontos tentado como nós somos. Ele o convida a vir corajosamente diante do trono de graça, para que você possa obter misericórdia e encontrar graça para ajudar nos tempos de necessidade. (Ver Hebreus 4:15 e 16). Todo o poder no Céu e na Terra reside na pessoa de Jesus Cristo. Sem Ele, ninguém pode esperar ter sucesso, porém com Ele o fracasso é impossível. 

Todos exaltem o poder do nome de Jesus! 
Que os anjos se prostrem diante dEle. 
– Edward Perronet.

Do livro:
COMO  JESUS  TRATAVA  AS  PESSOAS
 Morris Venden
Título do Original em inglês:
HOW JESUS TREATED PEOPLE
 Tradução de José Carlos Ebling
CASA PUBLICADORA BRASILEIRA
Tatuí - São Paulo
 Primeira edição
Sete mil exemplares 1989

sábado, 15 de março de 2014

Conta emocional.


Lourdes Arnault tem 89 anos
 é considerada a pessoa mais idosa a obter  registro de modelo profissional no país
 (Foto: Divulgação )
Uma senhora idosa, elegante, bem vestida e penteada, estava de mudança para uma casa de repouso pois o marido com quem vivera 70 anos, havia morrido e ela ficara só... 

Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando uma atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. A caminho de sua nova morada, a atendente ia descrevendo o minúsculo quartinho, inclusive as cortinas de chintz florido que enfeitavam a janela. 

- Ah, eu adoro essas cortinas - disse ela com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho. 
- Mas a senhora ainda nem viu seu quarto... 
- Nem preciso ver - respondeu ela. - Felicidade é algo que você decide por princípio.  E eu já decidi que vou adorar! É uma decisão que tomo todo dia quando acordo. Sabe, eu tenho duas escolhas: Posso passar o dia inteiro na cama contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem... ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem. Cada dia é um presente. E enquanto meus olhos abrirem, vou focaliza-los no novo dia e também nas boas lembranças que eu guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária.Você só retira daquilo que você guardou.Portanto, lhe conselho depositar um monte de alegria e felicidade na sua Conta de Lembranças.E como você vê, eu ainda continuo depositando.Agora, se me permite, gostaria de lhe dar uma receita:

1- Jogue fora todos os números não essenciais para sua sobrevivência.
 
2- Continue aprendendo. Aprenda mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa. Não           deixe seu cérebro desocupado. 

3- Curta coisas simples. 

4- Ria sempre, muito e alto. Ria até perder o fôlego. 

5- Lágrimas acontecem. Aguente, sofra e siga em frente. A única pessoa que acompanha você a vida toda é      VOCÊ mesmo. Esteja VIVO, enquanto você viver. 

6- Esteja sempre rodeado daquilo que você gosta: pode ser família, animais , lembranças, música, plantas,        um hobby, o que for. Seu lar é o seu refúgio.

7- Aproveite sua saúde. Se for boa, preserve-a. Se está instável, melhore-a. Se está abaixo desse nível, peça ajuda. 

8- Diga a quem você ama, que você realmente o ama, em todas as oportunidades.

E LEMBRE-SE SEMPRE QUE:

A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego ...

de tanto rir ...
de surpresa ...
de êxtase ...
de felicidade!

Autor: anonimo.

quinta-feira, 6 de março de 2014

O FILHO PREDILETO.


Quando ficou gravida minha esposa ficou também com uma questão: "Será que vou amar menos este bebê?Amo tanto o meu João!" E pensou até o Artur nascer! Hoje ela entende que pais amam igual, por mais afinidades que possua com um determinado filho.  Encontrei na web um texto que expressa bem esse sentimento:

O FILHO PREDILETO.

Certa vez perguntaram à uma mãe qual era seu filho preferido, aquele que ela mais amava.
Ela, deixando entrever um sorriso, respondeu:

"Nada é mais volúvel que um coração de mãe. E, como mãe, respondo-lhe:
o filho preferido, aquele a quem me dedico de corpo e alma,
é o meu filho doente, até que sare.
O que partiu, até que volte.
O que está cansado, até que descanse.
O que está com fome, até que se alimente.
O que está com sede, até que beba.
O que está estudando, até que aprenda.
O que está nu, até que se vista.
O que não trabalha, até que se empregue.
O que namora, até que se case.
O que casa, até que conviva.
O que é pai, até que crie.
O que prometeu, até que cumpra.
O que deve, até que pague.
O que chora, até que se cale".

E, já com o semblante bem distante daquele sorriso, completou:
"O que já me deixou, até que o reencontre".
(Erma Bombeck)

                Parábola do filho prodigo.

Uma Fé Extraordinária - John Harper

                                                              John Harper, a esposa e filha - Google Fotos. No livro “The Titanic's Last...