sábado, 30 de março de 2013

Como Jesus tratava as pessoas - Livro

Judas, Jesus e Pedro.(cena do filme Jesus de Nazareth)
"Jesus. Você já ouviu sobre Ele antes, leu sobre Ele, cantou sobre Ele. Você já refletiu sobre as contradições de Sua vida – como Ele é ao mesmo tempo Cordeiro de Deus e o Leão da tribo de Judá. Tanto Advogado quanto Juiz. Tanto Homem como Deus. Seus ensinos são mais simples e ainda assim os mais profundos de todos os tempos. Crianças pequenas O tocavam, sem medo. Entretanto, quando Ele veio à Terra, os impérios do mundo e do reino das trevas estremeceram e 
foram derrotados. O pecador culpado encontra aceitação e paz em Sua presença. enquanto os pretensos justos estão estranhamente sem conforto.

Ele veio à Terra, a primeira vez, na pobreza e desprezo, porém, Ele virá outra vez em poder e glória indescritíveis, para reinar como Rei dos reis para sempre e eternamente. Nenhum livro é capaz de pintar um quadro completo dEle. Todos os livros já escritos não podem descrevê-Lo plenamente, pois a possibilidade de novas idéias e visões em Sua vida e Seu caráter são tão ilimitadas quanto a própria eternidade. 

Este livro oferece simplesmente uma outra visão de Jesus, uma visão com uma ênfase particular em mente – como Ele tratava as pessoas. Isso começa próximo ao início de Seu ministério adulto, onde os escritores do evangelho começam a dar descrições detalhadas de Sua interação com várias pessoas ou grupos de pessoas. Outra vez, nesse aspecto, vemos o paradoxo de Sua vida. As pessoas comuns O ouviam alegremente, mas os sacerdotes e governantes – embora cressem e tremessem – no fim O rejeitaram. Ele saudou os pecadores, os ladrões, e as prostitutas. Ele tratava. os grupos minoritários de Seus dias com dignidade. Ele tinha compaixão dos temerosos, angustiados e tristes, e no entanto, condenava o orgulho e a autossuficiência." (Introdução do livro - tradução de José Carlos Ebling-autor Morris Venden)
















Um comentário:

Desde já obrigado pela atenção e carinho dispensados.

Sentimento de Eternidade.

Tenho 61 anos, mas, por dentro, no mais profundo do meu ser, muitas vezes não me sinto com essa idade. Não falo apenas da vitalidade do corp...